E é assim que a gente vai vivendo, sabe? Errando pra aprender. Se decepcionando pra se proteger. Se machucando pra crescer. Chorando pra sorrir. A gente cai uma vez, pra aprender a se levantar em outra.
Por muito tempo achei que a ausência é falta E lastimava, ignorante, a falta. Hoje não a lastimo. Não há falta na ausência. A ausência é um estar em mim. E sinto-a tão pegada, aconchegada nos meus braços Que rio e danço e invento exclamações alegres. Porque a ausência, esta ausência assimilada, Ninguém rouba mais de mim.
Carlos Drummond de Andrade.
segunda-feira, 5 de março de 2012
Eu não lembro bem como começou tudo isso, só sei que no principio, eu pedi a Deus para que fosse pra sempre, como nos contos de fadas ou nas histórias apaixonantes que ouvimos por ai. Deus não me ouviu ou talvez ele tenho ouvido e falado baixinho: - Essa história não vai ser boa para a sua vida, menina! Vamos tentar outra, ainda mais apaixonante. Fiquei triste por não deu certo, por que na verdade, tudo que eu mais queria era está em seus braços, era sentir aquele cheiro gostoso que não conseguia vim de mais ninguém, ele era único, individual, o homem que eu queria para mim. Mas eu respeito o designo de Deus, ele sabe o que é melhor para mim, por que mais ninguém nesse mundo conhece tão bem o meu coração.
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Saudade é um pouco como fome. Só passa quando se come a presença. Mas às vezes a saudade é tão profunda que a presença é pouco: quer-se absorver a outra pessoa toda. Essa vontade de um ser o outro para uma unificação inteira é um dos sentimentos mais urgentes que se tem na vida.